Cultura e geografia Italiana
A região italiana da Sicília é uma grande ilha em formato
triangular, situada ao sul da Península Itálica, Mar Mediterrâneo. É formada
por nove províncias e sua capital é a cidade de Palermo. Entre as principais
atividades econômicas estão à agricultura, a construção civil, o turismo e a
pesca. Seu clima é ameno e a população passa de cinco milhões de habitantes, com uma Educação digna de País de Primeiro Mundo, com Faculdade com diversos Artigos Científicos e TCC divulgados em grandes Revistas Cientificas, são diversos temas de estudo para que você possa aproveitar.
Desde a antiguidade, o local é disputado pela sua
localização estratégica, tendo sido ocupada por gregos, cartagineses, romanos e
outros povos. Isso fez da ilha um importante local de pesquisas históricas e
arqueológicas, e também possibilitou a formação de características culturais
bastante diversificadas.
Esse aspecto reflete sua gastronomia, que tem peculiaridades
especiais. É baseada em produtos locais, do campo e do mar. Apesar de
influências diversas, ainda assim está muito relacionada à chamada culinária
italiana, com a presença de massas, por exemplo. Dessa forma, a comida
originalmente siciliana remete ao conceito de “slow food”, que valoriza o uso de produtos frescos regionais,
artesanais e produzidos a partir de princípios de respeito ao meio ambiente e
ao seu produtor, além de defenderem que o momento de alimentação é uma
experiência sensorial que deva ser fruída com tranquilidade e prazer.
Falar da gastronomia desta região é como se fosse começar
uma viagem dentro de outra viagem. É o encontro com pratos que abrem
perspectivas de tempo e sugerem imagens de paisagens. A cozinha da Sicília
conta uma história de 2.500 anos com muitas influências gastronômicas vinda dos
gregos, romanos, árabes, normandos, espanhóis, franceses e até dos ingleses. Um
passeio pelos sabores sicilianos é uma oportunidade de reviver a história. Seu
passado é turbulento e marcado por séculos de dominações estrangeiras; a cada
nova conquista que surgia, novos sabores eram agregados na cozinha siciliana,
como se fosse uma compensação ou até mesmo destino devido às dominações
sofridas.
É uma cozinha rica de produtos ardentes e sabores que comparam
a posição geográfica da ilha; um delicioso equilíbrio entre terra e mar. Uma
cultura gastronômica inscrita na tradição mediterrânea, conceito que nesse caso
se encontra entre as mais elevadas realizações. Na Sicília, a variedade de
pratos é imensa, muito rica em produtos, especiarias e aromas; onde tudo é
caracterizado pela grande influência de povos diferentes que passaram durante
séculos. A cozinha siciliana não pode dizer que é única, pois há um grande
contraste originado pelas influências culturais que cruzaram com as diferenças
da cozinha da costa e a do interior da ilha. A característica mais marcante de
toda gastronomia siciliana é que o alimento é farto, bem temperado, rico em
sabores, cores e elementos contratantes.
Como em toda cozinha popular existe um hábito recorrente de
prato único; a paste le sarde (massa
com sardinha) é o prato típico da cozinha siciliana, encontrado na cidade de
Palermo, capital da Sicília. A familiaridade com os produtos naturais é uma
simplicidade que ainda hoje caracteriza a parte oriental da ilha, berço da
Magna Grécia. Nesta região é fácil encontrar semelhança com a cozinha do
interior, marcada por hábitos camponeses e caracterizada pela utilização de
verduras e hortaliças. A berinjela é um exemplo significativo, tendo originado
muitos pratos apetitosos, antes de ser a famosa parmegiana. Na parte ocidental da ilha, é marcada pela influência
árabe e pelas tradições da corte, a cozinha é mais sofisticada, rica e com
muitos contrastes. Típicos desta cozinha encontraram alguns pratos tradicionais
como a caponata (feita de berinjela),
o falso magro (enrolado de carne
recheada com presunto, queijo e ovos), os involtini
alla parmitana (recheados de passas, pinoli,
queijo e aromatizados com cebolas e folhas de louro), e alguns acompanhamentos
para peixes (limão siciliano, farinha de rosca e pinoli).
Voltando um pouco as influências históricas e aos árabes - a
quem se deve a introdução das especiarias, entre as quais o açúcar, a canela e
o açafrão e além do arroz que acabaram trazendo para cultivo na ilha. Mas o arroz
encontrou várias formas de cozimento e outros tipos de utilizações na região
norte da Itália, sendo assim basta pensar nos arancini (bolinhos de arroz, recheados de ragu de carne e ervilhas,
ou de presunto e queijo), que é um símbolo da cozinha da Sicília. Vemos também
que os doces eram idealizados nos conventos e acabaram sendo envolvidos
prazerosamente na ilha, como exemplo os cannoli,
cassate, pignoccota, biancomangiare;
mas cada região é rica em novidades e sempre tendo surpresas inovadoras.
Aspectos geográficos, históricos e culturais sicilianos.
A Sicília é a maior ilha do Mediterrâneo e
é a maior e mais meridional da Itália. O Estreito de Messina, menos de 3
km de largura, separa a Itália continental e no Canal da Sicília, da África,
que é cerca de 140 km de distância. A ilha é de forma aproximadamente
triangular com os dois lados de comprimento com vista para o Mar Tirreno, ao
norte e no Estreito da Sicília, no Sul, e o lado mais curto, com vista para o
Mar Lônio para o leste. Desde a dominação muçulmana, a ilha está dividida
em três grandes vales: Val di Mazara no Oeste, Val Demone no Nordeste
e Val di noto no Sudeste. Sicília inclui numerosas ilhas menores
em seu território: as Ilhas Eólias e Ustica na costa norte no Mar Tirreno, a Egadi no Oeste a uma curta distância da
costa de Trapani, Pantelleria e as Ilhas Pelagie no Canal da Sicília, ao sul.
Durante a pré-história e a antiguidade, disputas
territoriais ocorreram na Sicília. Inicialmente, os povos presentes foram os sicanos, elímios e sículos. Este
fato ocorreu entre o III e II milênio A.C. Mais tarde, no século IX A.C. os fenícios iniciaram o comércio no oeste
da ilha. Durante o século VIII A.C., a Grécia chegou à costa da Sicília abrindo
o leste e o sul para o comércio, e por volta de 734, Corinto fundou Siracusa,
que se tornou a principal cidade da ilha. Grande parte da história da ilha é
caracterizada pelos conflitos entre Cartago e Grécia, o que fez da Sicília umas
das regiões mais importantes para o Império Cartaginês.
O Reino da Sicília, Estado que existiu onde hoje é todo o
território da região, originado na metade do século XI, como parte do Império
Bizantino. Por diversas vezes, tais terras da Península, composta por Malta,
Gozo e Sicília, foram governadas separadas da Ilha da Sicília, onde com certa
frequência diversos Monarcas da Espanha e Sacro Império Romano- Germânicos
foram seus principais regentes, não influenciando as fronteiras, e permaneceram
por ali por cerca de 700 anos. Por volta de 3000 a.C., a Ilha da Sicília foi
habitada por três povos nativos: os Siculos,
os Sicanos e os Élimos. A princípio, a Ilha se chamava Trinacria, devido a sua forma triangular, porém, posteriormente, os
Sicanos a batizaram de Sicília, devido
a sua localização estratégica que foi no meio da rota comercial entre Ocidente
e Oriente, durante o século VIII A.C. o território siciliano foi disputado por Fenícios e Gregos.
Os Fenícios fundaram a cidade de Palermo, que hoje é a capital da Ilha, porém os Gregos conseguiram
dominar todo o território, colonizando-o e criando importantes cidades, como Siracusa. Em 264 a.C., durante 1ª Guerra Púnica, os romanos assumiram o
território da Ilha, menos da cidade de Siracusa,
que resistiu fortemente. Porém, em 218 a.C., durante a 2ª Guerra Púnica, a
cidade se rendeu, e toda a região da Ilha da Sicília passou a ser uma província
Romana. Por volta do século V d.C., os Vândalos⁴ chegaram
até a Sicília, e expulsaram os Romanos, dominando a região. Em meados do mesmo
século, fora a vez dos Ostrogodos
tomarem a região. Com o final consolidado do Império Romano, a Sicília
pertencia aos Ostrogodos.
Assim sendo, em 476 d.C., o Império Bizantino toma posse da região dos Ostrogodos, e passa a dominar a Ilha por
três séculos. Durante a Idade Média, os árabes conquistaram a Sicília, fundaram
o Emirado da Sicília e a governaram do século VII d.C. até o século IX d.C.
Após esse período conturbado, os árabes chegaram a sua decadência, abrindo
espaço para os Normandos que se
instalarem na Ilha no século XI d.C., expulsando os árabes e os bizantinos da região. Após a conquista
dos Normandos, a Sicília foi
governada por Frederico II, duque da Suábia, durante a Idade Média. Após a sua
morte, a Ilha passou por um período conturbado, marcado por disputas feudais e
pelo transferimento da capital para Nápoles, que estava sob o domínio dos angevinos.
Com o descontentamento da transferência da capital, a Ilha
entrou em um movimento de oposição ao governo angevino, que resultou nas Vésperas Sicilianas, que foi um
movimento separatista onde a Ilha se declarou independente da Itália e elegeu
como governante o Rei Aragão. Assim a Sicília ficou dividida em duas partes, o
Reino da Trinacria, governada pelos aragoneses, e o Reino de Nápoles,
governada pelos angevinos. No século
XV, Afonso V “o Magnífico de Aragão” conquistou o território do Reino de
Nápoles. Assim sendo, as “duas Sicília” se uniram novamente.
Até o começo de 1800, a Itália era dividida em vários
reinos, que eram Estados independentes. Na segunda metade de 1800, aconteceu a
Unificação da Itália, onde a Itália se tornaria um país. Após todas essas
conquistas e sua unificação, a ilha da Sicília volta a fazer parte da nação
italiana. E foi em meados do século XX que a ilha começou a ter sua autonomia
própria dentro do país.
Ainda no século IX, começou a surgir um movimento na Sicília
que, traria notoriedade para a Ilha nos séculos seguintes, o surgimento da
Máfia.
O Cosa Nostra foi
um grupo mafioso, ítalo-americano, que por décadas dominou o crime organizado,
extorsão de impostos e o narcotráfico nos Estados Unidos. Somente o grupo Cosa Nostra era considerado mafioso, pois
para ser considerado da Máfia, o grupo tinha que ter ligações diretas ou
indiretas com a região da Sicília. Existiram muitas outras organizações
secretas na Itália, porém não era a Máfia. Ao contrário do que todos pensam Alphonsus “Al” Capone, talvez um dos
criminosos mais famosos do mundo, não era um grande chefe mafioso, e sim um gangster. Capone não tinha nenhuma
ligação com a Sicília, ele era nascido nos Estados Unidos e seus pais vieram da
região de Nápoles, na Itália. Quando tentou entrar para o Cosa Nostra, Capone teve seu pedido negado pelo fato de não ter
nenhuma ligação com a Sicília, o que era a grande primeira exigência para se
ingressar no grupo.
No dia 5 de novembro de 2007, a polícia italiana encontrou e
prendeu Salvatore Lo Piccolo, que era o “chefão” do Cosa Nostra e estava foragido a mais de 25 anos. Em seu
esconderijo, a polícia encontrou uma série de documentos sobre a Máfia,
incluído documentos que contam como a Máfia surgiu, o que era necessário para
um homem ingressar na vida mafiosa, e uma lista com regras, que ficou conhecida
como “Os Dez Mandamentos da Máfia”.
Para entrar para a
Máfia, a pessoa deveria receber o convite. Se fosse de interesse da Máfia certa
pessoa entrar para o grupo, eles iriam investigar a fundo o seu passado, ver
quais eram suas ligações com a Sicília, pois era fundamental que a pessoa
tivesse nascido lá, ou que pelo menos fosse filho de pais Sicilianos.
Geralmente só era convidado quem tinha algum parentesco com um membro legítimo do
Cosa Nostra, pois assim era mais
fácil saber qual era a procedência da pessoa. Após o período de investigações,
a pessoa recebia o convite informal para se juntar ao grupo, e caso aceitasse,
passaria por um período de testes que duraria cerca de dois anos.
Durante esse período, essa pessoa era testada em vários
aspectos, sua lealdade, coragem, comprometimento, responsabilidade, etc. Não se
sabe ao certo quais tipos de trabalhos eram requisitados a essa pessoa fazer,
mas era de extrema importância, para provar sua coragem e lealdade ao grupo,
que essa pessoa matasse alguém antes de entrar de vez para o mundo da Máfia.
Após esse período de testes, a pessoa era convocada para uma reunião, onde
estariam reunidos o “Chefão”, o Chefe Abaixo, o “Consigliere” (Conselheiro) e o chefe representante de cada uma das
cinco famílias. Os dez mandamentos eram apresentados ao convidado e o pedido
formal era feito. Caso ele aceitasse deveria fazer um juramento de sangue em
cima da foto de algum Santo Católico, enquanto esta pegava fogo, jurando
lealdade, comprometimento e sigilo total sabendo que, caso traísse o grupo, sua
família ou algum irmão, iria morrer queimado, como a foto do Santo queimando
sobre o seu sangue.
O Cosa Nostra
tinha uma organização hierárquica para comandar todas as cinco famílias. No
topo da pirâmide fica o Grande Chefe ou Chefão, que comanda todas as cinco
famílias. Abaixo dele, seu braço direito fica o Chefe Abaixo ou Chefe Menor,
este deve tomar as decisões e assumir o cargo caso o Chefão esteja preso,
foragido ou morto. Ao mesmo nível do Chefe Menor, vem o Consigliere ou Conselheiro, que aconselha o Chefão antes de tomar
toda e qualquer decisão. Dependendo do caso, o Consigliere pode ser o próximo na linha de sucessão. Abaixo do
Chefe Menor e do Consigliere, vem os Capos ou Capitães, que são 5, um para
cada família respectivamente. Os Capos podem
formar equipes para conduzir os seus negócios. Sua equipe é formada pela base
da pirâmide, os soldados ou homens feitos. Os homens feitos são aqueles que
acabam de ingressar no mundo da máfia. Estes podem ter associados, que são
pessoas que fazem negócios ou que prestam serviços para a Máfia. Eles devem
obedecer às regras mafiosas, mas não precisam ser necessariamente, membros da
família ou ter alguma relação com a Sicília. Os associados também são
considerados homens feitos.
Junto com os documentos que foram achados no esconderijo de
Lo Piccolo, foi encontrado um documento intitulado “Os Dez Mandamentos da
Máfia”. Este documento continha todas as regras que os membros da família
deveriam seguir à risca, caso contrário, deveriam morrer queimados. Além dos
Dez Mandamentos, existiam algumas outras regras, como a que diz que nenhum
membro deve utilizar a palavra “Máfia” ou “Mafioso”. Quando forem se referir ao
grupo ou a um membro devem sempre utilizar as palavras “Família” e “Amigos” ou
“Irmãos”, respectivamente.
O primeiro dos Dez Mandamentos diz: “Ninguém pode ser
apresentado a um amigo nosso sozinho, uma terceira pessoa deve fazê-lo”. Essa regra quer dizer que, se um mafioso sabe que
outra pessoa também é um membro de alguma família, ele não pode chegar e se
apresentar; uma terceira pessoa que conheça os dois deve apresentá-los.
O segundo mandamento
diz: “Não se deve olhar para as mulheres de nossos amigos”. Essa regra existe
para evitar conflitos internos nas famílias, o que poderia gerar grandes
problemas caso existisse um caso entre um membro da família e uma mulher casada
com outro membro. Porém nem todas as regras dos Dez Mandamentos eram seguidas à
risca, e esta é um exemplo de uma. Era comum haver casos entre mulheres casadas
com membros e outros membros.
O terceiro mandamento diz: “Não pode fazer parte da Cosa Nostra quem tem qualquer tipo de
ligação com a polícia”. É terminantemente proibido que o membro tenha qualquer
ligação com alguém da polícia, pois isso abriria uma brecha no sigilo do grupo.
Caso o membro tenha ligação e venha a ser descoberto, deverá morrer.
O quarto mandamento diz: “Não se deve frequentar bares ou
clubes”. Essa regra não quer dizer exatamente que não se devem frequentar tais
lugares, porém quer dizer que um membro da Máfia não pode chamar muita atenção,
pois isso acabaria com os negócios. Mantendo a discrição é mais difícil com que
a polícia descubra ou suspeite de algo. Essa é mais uma das regras que não são
cumpridas.
O quinto mandamento diz: “Deve-se estar disponível a
qualquer momento a Cosa Nostra. Até
mesmo se sua esposa estiver dando à luz”. Independentemente do que estiver
fazendo ou do que estiver acontecendo, se ligarem para você marcando um
encontro, você deve largar tudo e ir e evitar atrasos. Atrasos não são
tolerados. De primeira instância você é advertido, mas se isso se repetir você
deve morrer.
O sexto mandamento diz: “Os compromissos devem ser
respeitados”. Quando se firma um compromisso é terminantemente importante que
ele seja respeitado, assim como todas as regras e seus superiores. Essa regra
também serve para lembrar que nenhuma ordem dada deve ser contestada.
O sétimo mandamento diz: “Deve-se respeitar a esposa”. Para
os membros da Cosa Nostra, a família
é uma como uma propriedade que merece todo o respeito. A esposa sempre é
respeitada, mas nem sempre o marido é leal. É muito comum os membros das
famílias terem amantes e, na maioria das vezes, as esposas sabem e aceitam o
fato. O marido não é leal à esposa, porém ele a respeita não deixando a esposa
o ver com a amante.
O oitavo mandamento diz: “Quando for chamado para esclarecer
qualquer coisa, deve dizer a verdade”. Esta regra pode ser encarada como uma
pegadinha. Os chefes esperam que seus subordinados mintam, pois assim sabem em
quem podem confiar. Porém se a mentira for de extrema relevância, o subordinado
deve morrer.
O nono mandamento diz: “Não se pode roubar o dinheiro que
pertence a algum membro da família”. Mafioso roubam dinheiro o tempo todo,
porém isso não é tolerado se acontece dentro da família. Quando o dinheiro de
um negócio de algum Homem Feito entra para a família, parte do lucro deve ser
passado ao seu superior, que deve passar uma parte ao seu superior e assim
sucessivamente até o lucro chegar ao Chefão. Se o dono do negócio não repassar
esses valores adiante, é considerado como roubo, e ele deve pagar com a morte.
O décimo e último mandamento diz: “Não se pode manter contato ou ser visto com
policiais”. Se você é mantém contato com um policial ou é visto com um, isso é
considerado traição, e toda traição deve ser paga com a morte.
Geograficamente a Sicília nos dias de hoje possui 5,04
milhões de habitantes, dados de 2009, com uma área de 25.708 km² e 196,15
habitantes por km². Suas principais atividades econômicas são finanças,
agricultura, serviços, construção civil, pesca e turismo. Possui 390 cidades e
vilas; tem clima mediterrâneo, sua temperatura média é 24ºC e suas principais
províncias são, Agrigento, Caltanissetta,
Catania, Enna, Palermo, Messina, Ragusa, Siracusa e Trapani. Seus principais pontos turísticos e culturais na cidade de
Palermo são, Museu de Palermo, Galeria de Arte Moderna Sant’Anna, Museu de Arte Contemporânea
da Sicília, Museu Etnográfico Siciliano, Capela Palatina, Horto Botânico de Palermo,
Teatro Massimo, Teatro Politeama Garibaldi, Porto Turístico dell’Acquasanta, Igreja de São
Giovani de Lebbrosi, Ponte dell’Ammiraglio,
Palacio dei Normanni, Praça Vigliena,
Basílica La Magione, Igreja de São Domênico, Palácio Scaflani e Praça Pretória. Em Agrimento o principal ponto é a Área Arqueológica de
Agrimento (Patrimônio da Humanidade – UNESCO). Em Siracusa, por sua vez tem-se o Centro Histórico em Siracusa e a Necrópole de Pantalica. E por fim em Ragusa pode-se visitar Duomo de San Giorgio, o Museu
Arqueológico Ibleo e o Museu da Catedral de São Giovani.
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